Por: Litoral Sul | 27/04/2018

A conta de energia é hoje um dos principais gastos, tanto da indústria, quanto da população. Pensando nisso, o Governo do Estado, por meio do programa SC+Energia, em parceria com a Associação de Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc) e a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), promoveu o seminário Geração Distribuída de Energia Elétrica: Cenários e Oportunidades. A etapa regional Criciúma foi realizada nesta quinta-feira, reuniu entidades e empresas do setor de energia.

De acordo com o coordenador do programa SC+Energia e presidente da Apesc, Gerson Berti, o evento tem como objetivo mobilizar os principais atores responsáveis pelo processo de desenvolvimento do mercado, e fomentar o debate sobre eficiência energética, linhas de financiamento e avanços tecnológicos os novos modelos de geração do setor.

“Temos possibilidade de crescer em geração de energia com as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), aproveitando nossos rios e nas casas das pessoas com geração fotovoltaica, ou micro geração hidráulica e eólica, então queremos estimular as pessoas para que façam análise de gerar sua própria energia”, explicou Berti.

O encontro contou com palestras de representantes da Engie, BRDE, Weg, Governo do Estado, entre outros. “Todas as parcerias são muito importantes para o desenvolvimento da nossa região. Atualmente a regional Sul da Fiesc atente 27 municípios, quase sete mil empresas e uma média de 89 mil trabalhadores. Todos fazem parte da nossa responsabilidade. Vivemos atualmente um momento de recuperar o nosso crescimento e as parcerias apresentadas aqui nos dão a oportunidade para que todos possamos crescer juntos”, comentou o vice-presidente regional Sul da Fiesc, Diomício Vidal.

Para o presidente da Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc, Otmar Müller, nenhuma fonte de energia deve ser dispensada. “Todas as formas de energia precisam ser privilegiadas e incentivadas porque é por meio da diversificação consegue-se estabelecer estabilidade e segurança no sistema de abastecimento de energia no país”, enfatizou.