Por: Litoral Sul | 10/05/2019

O Dia das Mães, comemorado no próximo domingo (12), será ainda mais especial para Gabrieli dos Santos Zeferina, de 19 anos, e Dillan Agostinho Aguiar, de 23 anos. Ontem (9), por volta das 23h30, nasceu a segunda filha do casal: a criciumense Laura Aguiar. Laura é a milésima criança a nascer na maternidade do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), inaugurada pela Prefeitura de Criciúma e pelo Governo do Estado de Santa Catarina no dia 1° de dezembro de 2018.

A menina nasceu medindo 49,5cm e pesando 3.410kg. Na manhã de hoje (10), a família, que reside em Balneário Rincão, recebeu a visita do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, e da primeira-dama Adriana Salvaro. “Foi uma surpresa. Fico feliz com os presentes e a visita”, disse Gabrieli, que não esperava que houvesse tanta atenção após o nascimento da filha.

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Um kit especial e um vaso de flores foi entregue pela primeira-dama de Criciúma à família. A visita também foi acompanhada pela secretária municipal de Saúde, Francielle Gava, e pelo ex-secretário de Estado da Saúde e secretário executivo da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Acélio Casagrande, que participou de forma significativa durante o processo de estadualização da estrutura hospitalar.

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, além de comentar o nascimento de Laura, destacou a importância do hospital. “É uma data especial. Comemoramos o nascimento da pequena Laura, a milésima criança a nascer no hospital, que agora funciona como um hospital materno infantil e que atende mães de todas as regiões de Santa Catarina. Hoje, olhando para a Laura e sabendo que outros 999 bebês nasceram no hospital, temos a certeza que valeu a pena lutar pela estadualização do Hospital Santa Catarina”, afirma.

Segundo o diretor do HMISC, Danilo Pavarine, o milésimo nascimento é uma conquista para toda a equipe da unidade hospitalar. “Não podíamos imaginar que em 144 dias nos chegaríamos a esse número com indicadores maravilhosos, de qualidade. Fechamos um ciclo entre o primeiro nascimento, que também foi uma menina, e o milésimo. Eu acho fantástico a milésima criança não ser de Criciúma. Isso mostra a importância que o hospital passou a ter no âmbito regional”, analisa.