Por: Litoral Sul | 1 mês atrás

Experiências de religiosos, dirigentes, professores, pais, mães, ex-seminaristas e ex-alunos do Colégio Rogacionista de Criciúma, estarão reunidos num documentário. O curta terá 25 minutos – “Rogacionistas 60 Anos: o Legado Criciúma”, e será lançado nesta sexta-feira, 19, durante as comemorações de aniversário da instituição.

Produzido pelo jornalista Nei Manique, ele conta que foi uma experiência cativante ouvir relatos e colher vivências, segundo ele, apesar de singulares e distintas convergiram e ainda convergem para um sentimento comum entre ex-rogacionistas: o apreço familiar. “Trata-se do maior de todos os seus legados. É difícil falar de apenas um, seja a fonte de talentos e valores que prosperaram a partir das suas salas e atividades”, destaca Nei.

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Na avaliação do jornalista Archimedes Naspolini Filho, o trabalho sintetiza bem essa herança. “Quantos empresários e profissionais da mais elevada competência teriam deixado Criciúma e a região para frequentar um seminário fora se o Pio 12 não existisse? ”, questiona.

Este é o segundo documentário produzido por Manique este ano. O primeiro foi lançado em março e se chama “Zé 30 anos depois”, que conta a história da administração do prefeito José Augusto Hulse. “As iniciativas são minhas, venho trabalhando muito como jornalista focado nas memórias da cidade e da região”, conta Manique, que se define como memorialista.

Ainda na sexta, junto com o documentário acontece o lançamento do livro “Semeando o Rogate em terras catarinenses”, de autoria do ex-seminarista Altamiro Domingos Dagostim. Ele realizou um trabalho de pesquisa extenso, unindo entrevistas, recortes de jornais e fotografias antigas. Os eventos iniciam às 19h30 no teatro ao lado do Bairro da Juventude, o antigo Cine Itália. Interessados podem acessar o documentário pelo blog http://nei.jor.br/.