Por: Litoral Sul | 03/09/2019

As equipes de emergência realizaram operações de busca e salvamento na ilha de Grande Bahama, mas os esforços em larga escala foram dificultados nesta terça-feira, 03, quando o furacão Dorian, praticamente estacionado na mesma região, continuou a atingir o norte das Bahamas pelo terceiro dia.

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O primeiro-ministro Hubert Minnis, o diretor da Associação Nacional de Gerenciamento de Emergências e outros altos funcionários fizeram seu primeiro voo sobre as ilhas Ábacos, no norte das Bahamas, para avaliar os danos. As autoridades disseram na terça-feira que há crianças entre os mortos. “Infelizmente, pelas informações que recebemos, alguns deles eram crianças”, disse o ministro da Segurança Nacional Marvin Dames. “Estamos no começo das avaliações, essa é uma ocorrência muito infeliz para nós como país”.

70% das casas debaixo d’água 

O vice-primeiro-ministro Peter Turnquest disse que cerca de 70% das casas em Grande Bahama estavam debaixo d’água. “Tivemos danos catastróficos para a infraestrutura pública e privada que custarão centenas de milhões, se não bilhões (de dólares), para financiar a recuperação e a reconstrução”, disse ele ao Washington Post. “Com aproximadamente 70% das casas embaixo d’água, prevemos imensas deslocações sociais e econômicas e interrupções de serviços no curto prazo. “A saúde mental daqueles que enfrentam essa tempestade monstruosa é uma preocupação prioritária do governo”.

Ondas com sete metros de altura 

Calcula-se que as ondas tenham atingido até sete metros acima do normal, causando destruição em ilhas baixas. Graves inundações e interrupções de serviços de energia e telefonia se estenderam além da zona mais atingida até o sul de Nassau, a capital.

 

Fonte: Gazeto do Povo