Por: Carlos Filipe | 25/01/2019

O caso do lixo jogado no rio Criciúma, que gerou indignação da população nessa quinta-feira (24), já está sob investigação da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri). O problema também foi comunicado ao Ministério Público.

O material, composto principalmente por isopor, foi recolhido pelos fiscais. “O infrator está sujeito a detenção de seis meses a um ano, além de multa, que parte de R$ 5 mil e pode chegar a R$ 50 milhões”, destaca a presidente da Famcri, Anequésselen Fortunato, frisando que, pela quantidade de material, a principal suspeita é que o resíduo seja proveniente de alguma loja. “Existem estabelecimentos com fundos para o rio Criciúma”, afirma.

Códigos ajudarão na identificação

O lixo continha números e códigos de barras, que podem auxiliar na identificação dos responsáveis. “Já encaminhamos esses dados para fabricantes de eletrodomésticos, que poderão cruzar as informações com as vendas realizadas e apontar o estabelecimento envolvido”, comenta.