Por: Carlos Filipe | 16/01/2019

A entrada de materiais proibidos em presídios e penitenciárias é um problema antigo, não apenas em Santa Catarina, mas em todo o Brasil. Para evitar que celulares, drogas e outros produtos sejam entregues aos detentos, os agentes penitenciários contam com o auxílio da tecnologia. E foi justamente um aparelho de raios-x, aliado ao conhecimento dos servidores, que impediu que um recluso retornasse à Colônia Penal Agrícola de Palhoça, na Grande Florianópolis, com nada menos que nove celulares, drogas, um isqueiro e até um cabo USB no estômago.

Ao retornar da saída temporária de sete dias, o detento, que é portador de necessidades especiais e usa muletas, apresentou comportamento suspeito. Com isso, conforme as informações do Portal NSC Total, os agentes o submeteram ao detector de metais e, na sequência, ao aparelho de raios-x.

Contudo, não foram apenas nove aparelhos que chamaram a atenção dos profissionais responsáveis pela segurança da unidade prisional. Isto porque o homem havia engolido, também, 52 invólucros de entorpecentes. Após a confirmação do ato ilícito, o detento foi submetido a uma cirurgia para a retirada do material.