Por: SC Portais | 31/07/2018

Briga por minutos

Analisando que os partidos estão fazendo coligações por mais minutos na televisão, enquanto deveriam estar discutindo propostas semelhantes, Salomão Ribas Júnior fez um discurso político na solenidade que marcou os 187 anos do lançamento do jornal O Catharinense”, que deu origem à imprensa no Estado.  O evento aconteceu na Praça XV de Novembro, em Florianópolis, na sexta-feira, 27, e foi promovido pela Associação Catarinense de Imprensa, Maçonaria, Instituto Histórico e Geográfico, Academia Catarinense de Letras e 14ª Brigada de Infantaria Motorizada.

Surpresa pelo celular

Observando a cena, notei que vários jornalistas presentes ao evento da Praça XV começaram a se afastar com um certo ar de surpresa pela notícia que estavam recebendo pelo celular. E não era para menos. Estavam recebendo a informação da virada de mesa de Espiridião Amin.

Semana de emoções

Para um tarimbado colunista político esta semana promete talvez até mais emoções do que o próprio período eleitoral. Emoções que fizeram virar o jogo no final da manhã de sexta-feira, quando Espiridião Amin resolveu bancar sua candidatura ao governo do Estado, carimbada na convenção de sábado, 28, e embaralhando o jogo da coligação com Gelson Merisio.

Na contramão do pessimismo

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) lançou nesta segunda-feira (30), em Florianópolis, a publicação “Análise do Comércio Internacional Catarinense 2018” revelando que 90% das empresas consultadas projetam aumento das exportações em 2018 e 2019. Para a presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC, Maria Teresa Bustamante, a pesquisa mostra claramente que a exportação continua sendo uma bandeira das empresas. “Santa Catarina continua dando demonstração clara de investimento pelas empresas no comércio internacional e a participação das pequenas e médias vem acompanhando esse crescimento”, destacou.

Ampliação do mercado

Para a metade das empresas consultadas (53,4%) o aumento nas vendas para o mercado externo deve acontecer com a ampliação dos embarques para os mercados já existentes. Já 36,4% das empresas acreditam na abertura de novos mercados, enquanto 10% não visualizam nenhum crescimento nas vendas para o mercado externo.